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Restauratus Conservação
e Restauração de Bens
Culturais Móveis Ltda
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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O Projeto de Restauração de Peças do Museu da Baronesa  recebeu através da Lei Federal de Incentivo à Cultura - Lei Rouanet a quantia de R$ 60.000,00 da Eletrosul, para  execução de mais  uma etapa de restauração de peças do acervo, dando continuidade ao projeto. O Banco Regional do Desenvolvimento do Extremo Sul - BRDE,  já havia patrocinado o valor de R$ 40.000,00, possibidanto a restauração e acondicionamento de  63 leques que compõem o acervo do museu. Agora com este patrocínio serão contempladas as etapas de restauração das pinturas de cavalete e algumas peças do mobiliário.  As empresas e pessoas físicas interessadas em patrocinar o projeto através de isenção fiscal podem entrar em contato com a ATO Produção Cultural, através do telefone (53) 9167.3181 ou pelo e-mail roberta.manaa@gmail.com. A captação total do projeto poderá ser feita até 2009.

Número do Projeto (PRONAC)
065871

Área Cultura........................... Segmento........... UF.............. Mecanismo
Patrimônio Cultural........................ Museu.............. RS................. Mecenato

Síntese do Projeto
Realizar a restauração de exemplares do acervo do Museu da Baronesa a fim de recuperar e preservar os patrimônios histórico, artístico e social da cidade de Pelotas.

Nome do Proponente
Restauratus Conservação e Restauração de Bens Móveis Ltda.
Rua Demétrio Ribeiro,1168/lj05 e 122 Centro Porto Alegre –RS
Tel/Fax. 51 32288965 www.restauratus.com.br

Financiamento
Lei Federal de Incentivo à Cultura - Lei Rouanet

Patrocínio
Banco Regional do Desenvolvimento do Extremo Sul - BRDE
Eletrosul

Captação e Gerenciamento
Ato Produção Cultural

Localização do Museu
Av. Domingos de Almeida, n° 1490 - Areal Pelotas – RS
CEP 96085-470 Tel. 53 32284606
Horário de Funcionamento: Terça a Sexta 13:30 às 18:00h Sábados, Domingos e Feriados 14 às 17:30 h

Justificativa do Projeto
A cidade de Pelotas, RS, participa do Programa Monumenta, do Ministério da Cultura, e foi selecionada para participar da ação de Fortalecimento Institucional dos Municípios do Programa Monumenta, que tem como objetivo o apoio à revisão ou implementação de legislação urbanística nas cidades. Os estudos para estabelecer o 3º Plano Diretor da cidade prevêem a área do Parque da Baronesa como zona de especial interesse.
O Museu Municipal Parque da Baronesa, antiga chácara dos Barões dos Três Serros, juntamente com o Parque da Baronesa, estão localizados no bairro Areal, região onde começou o povoamento de Pelotas, com a instalação das primeiras charqueadas, em torno de 1800.

A antiga residência, datada de 1863, e uma área de 07 hectares foram doados ao município de Pelotas em 1978, incluindo um conjunto de elementos arquitetônicos de gosto romântico, como um castelinho, uma casa de banho, um chafariz, um jardim francês e um inglês, canais com pontes e lagos com ilha, uma gruta, com estrutura de alvenaria de tijolos revestida com argamassa imitando pedra, que era cravejada de quartzo bruto e um sobrado de estilo bangalô americano, do ano de 1935.

Após uma reforma, orientada pelo artista plástico Adail Bento Costa, em 1982, foi inaugurado o Museu Municipal Parque da Baronesa.
No ano de 1985, os prédios e o parque foram tombados como patrimônio histórico e cultural do município. Hoje, o Museu está vinculado ao organograma da Secretaria Municipal de Cultura de Pelotas – SeCult e, desde 1995, conta com o apoio da Associação de Amigos do Museu da Baronesa – AMBAR.

Desde que o prédio passou a ter uma nova função, transformando-se em museu, abriga um acervo composto de mobiliário, têxteis, objetos de uso pessoal e documentos. Nesses 25 anos de atividades o Museu da Baronesa se transformou em marco histórico e turístico da cidade de Pelotas, recebendo milhares de visitantes todos os anos e guardando a memória de como eram os costumes da sociedade pelotense, que viveu naquele tempo seu apogeu econômico e cultural, entre 1860 e o início do século XX.

Justifica-se este projeto pela importância do “Acervo do Museu da Baronesa”, este é formado por um conjunto de obras do fim do século XIX e primeira metade do século XX, que ilustra um dos períodos de maior atividade política e econômica e efervescência cultural e artística do sul do estado do Rio Grande do Sul. O Acervo possui mais de mil peças, destacando-se uma coleção de móveis, pinturas e acessórios que pertenceram à família Antunes Maciel e uma coleção doada pelo Sr. Adail Bento Costa, com móveis, leques, porcelanas, pratarias, armários, paramentos, vestes e fardas militares.
O acervo tem sofrido um processo de deterioração pela ação do tempo, condições climáticas, ação humana, e pela falta de políticas de conservação.

A restauração destes exemplares do acervo, e sua adequada conservação são elementos imprescindíveis para a manutenção da memória artística da região, e da própria história da comunidade pelotense. O processo de restauração trará benefícios para várias áreas, como a pesquisa histórica; a área acadêmica nos cursos de história, artes plásticas, e patrimônio cultural; a área do turismo, pois cresce o número de visitantes que procuram a região para saber mais da história gaúcha e brasileira.

Apresenta-se este projeto porque, em função da dificuldade financeira em que vive o município, e o próprio museu, teríamos em curto prazo a perda deste acervo, já que não há recursos para sua restauração. A escassez de profissionais de restauro devidamente qualificados na região, e a identificação dos profissionais envolvidos no projeto com a região são elementos que favorecem a realização deste.
Através deste projeto resgataremos objetos que ajudam a contar a história do Sul do Rio Grande do Sul.

Objetivo Geral
Realizar a restauração de exemplares do acervo do Museu da Baronesa a fim de recuperar e preservar os patrimônios histórico, artístico e social da cidade de Pelotas.

Objetivos Específicos
- Restaurar obras de arte do acervo do Museu da Baronesa: 04 pinturas emolduradas; 17 peças de mobiliário dourado, 01 pintura mural e higienização e acondicionamento de 63 leques;
- Realizar levantamento, registro gráfico e laudos de avaliação do estado de conservação do acervo;
- Avaliar os locais onde as obras estão expostas e suas condições climáticas;
- Realizar o registro fotográfico das obras antes, durante e após a restauração;
- Redigir laudos técnicos das obras antes, durante e após a restauração;
- Examinar os materiais e técnicas constitutivas das obras;
- Analisar os materiais constitutivos das obras;
- Registrar em fichas catalográficas todo o processo de restauração;
- Elaborar programa de conservação das peças após a restauração;
- Indicar o melhor local de exposição do acervo após a restauração;
- Realizar pesquisa histórica sobre as peças do acervo que fazem parte do projeto;
- Elaborar relatório final do processo de restauração, a ser entregue à instituição;
- Realizar exposição do acervo restaurado;
- Dar subsídio à pesquisa (estudantes universitários e dos ensino médio e fundamental) no Museu da Baronesa;
- Qualificar e formar mão de obra, no Estado, através da contratação de estagiários e monitores.

Implementação do projeto
A implementação deste projeto de autoria da restauradora Andréa Lacerda Bachettini especialista em Conservação e Restauração e mestre em História, terá coordenação Restauradora Naida Maria Vieira Correa. A Captação e o gerenciamento do projeto está a cargo da ATO Produção Cultural.

O projeto está dividido em 7 fases independentes: 1ª. Fase – Inscrição e negociação do projeto. 2 meses. 2ª. Fase - Restauração de 4 Pinturas de Cavalete e suas molduras, serão restauradas no atelier da Restauratus em Porto Alegre, duração prevista de 4 meses; 3ª. Fase – Restauração do Mobiliário: 17 peças de mobiliário serão restauradas em Porto Alegre, no atelier da Restauratus, duração prevista de 12 meses; 4ª. Fase – Higienização e Acondicionamento dos Leques. Os 63 leques serão tratados em Porto Alegre, duração prevista de 7 meses; 5ª. Fase – Restauração de pintura mural, esta será restaurada no próprio local por estar integrada à edificação, previsão de 4 meses. 6ª. Fase – Realização da Pesquisa Histórica, duração de 4 meses. 7ª. Exposição do Acervo restaurado, duração de 2 meses.

É imprescindível a realização do levantamento, registro gráfico, fotográfico e avaliação do estado de conservação por um Especialista em Conservação/ Restauração e a redação de laudos técnicos das obras, durante e após a restauração, que constarão em relatório final entregue à instituição.

Serão realizados exames técnico-científicos que visam a análise dos materiais constituintes das obras. Chamados de exames Globais e Pontuais – a olho nu, com lupa de mão e mesa; exames variando a posição da luz: Tangencial; exames com luzes especiais: UV (ultravioleta), Infravermelho, e vapor de sódio; e exames com o microscópio estereoscópio: exames estratigráficos, corte estratigráfico e coleta de amostras para exames laboratoriais.

Quando necessário, serão coletadas amostras de madeira de alguns exemplares para sua identificação. Também poderão ser retirados microamostras para identificação de pigmentos. Estes exames objetivam a identificação química dos pigmentos utilizados na policromia. Deverão ser confeccionadas fichas catalográficas para cada obra, e todo o processo de intervenção deverá ser registrado nestas fichas.

A elaboração de programa de conservação das peças após a restauração inclui: elaboração de um relatório de procedimentos para conservação das obras; determinação de local adequado para instalar a reserva técnica e consultoria para aquisição dos equipamentos necessários para controlar a umidade e temperatura no ambiente; indicação da melhor forma de acondicionamento dos objetos da coleção que não estiverem em exposição de acordo com normas técnicas;indicação do melhor local de exposição das obras após o processo de restauração; realização da Pesquisa Histórica; elaboração do relatório de todas as etapas do processo de restauração e instruções para conservação, fichas das obras, pesquisa histórica, fotografias e resultados de exames. Finalmente, a montagem da exposição das peças do acervo restauradas.

Realização do Projeto
O produto será apresentado ao público da seguinte forma: O presente projeto tem no plano de divulgação e comunicação a abertura ao público do canteiro de obra do projeto durante a execução da 5ª fase (restauração das pinturas murais, no prédio do Museu da Baronesa), e também na 6ª fase do projeto, a exposição do acervo restaurado, no local, com duração prevista de dois meses, quando o público poderá ter acesso e conhecer o acervo restaurado. Assim, a população da região e os turistas poderão acompanhar o processo de restauração do acervo. Para divulgação e comunicação produziremos 500 convites, 50 cartazes, 2000 folders, 10 banners, e anúncios nos periódicos locais e regionais. As logomarcas das entidades participantes figurarão em todo o material gráfico produzido.
O projeto dará oportunidade de trabalho para estudantes dos Cursos de Graduação em História, Artes Visuais, Museologia, Tecnologia em Conservação e Restauro e Pós–graduação em Patrimônio Cultural da UFPEL. Com esta parceria, selecionaremos Monitores para exposição, e auxiliares para trabalhar na restauração das pinturas murais e do mobiliário.
O projeto, na fase da exposição, receberá gratuitamente alunos de ensino básico e médio, e o público em geral.

Fotos do Acervo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 
 
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